Insônia do Bebê

É comum acontecer a insônia do bebê entre o segundo e o terceiro mês, raramente depois dos seis meses. Geralmente a insônia do bebê é reveladora de doença, tensão ou conflitos familiares com a personalidade da mãe ou da pessoa que a substitui. Existem dois tipos de insônia:

  1. insônia grave, acompanhada de agitação, gritos, ou então apatia e depressão;
  2. insônia calma, em que o bebê permanece tranquilo por longas horas do dia ou da noite, com os olhos arregalados, contudo sem sofrimento.

bebe acordadoAs Causas da insônia do bebê podem ser:

  • doença orgânica, febre, otite, infecção urinária, mau funcionamento do fígado ou outras doenças;
  • distúrbio neurológico devido à gravidez ou parto difícil;
  • erros na alimentação, excesso de açúcar ou farinha;
  • quantidade de alimentos insuficiente;
  • falta de disciplina nos horários das refeições;
  • duração insuficiente de sucção;
  • barulho, luz forte, falta de disciplina de horários;
  • agitação, visitas, passeios constantes;
  • tensão, ansiedade, insegurança;
  • fome, frio, calor, manipulação inadequada.

Os pais de uma criança que dorme mal esperam do médico um remédio, e não conselhos, que são necessários e menos perigosos, mas que exigem dos pais compreensão e às vezes sacrifícios, o que eles nem sempre estão dispostos a dar. O sono induzido por medicamentos não tem o mesmo valor do sono natural.

Se houver a necessidade de usar um calmante, é preferível de início uma medicação antialérgica, que proporcione certa sonolência, e sem os inconvenientes de dependência. Mas jamais administre um medicamento antes de eliminar todas as possíveis causas da insônia que podem ser resolvidas sem o uso de medicamentos.

Se o bebê ainda está em regime de amamentação exclusiva, vale a pena tentar muito suco e polpa de maracujá na alimentação materna, pois sempre se passa um pouquinho para o leite.

5 thoughts on “Insônia do Bebê

  • 22 de julho de 2016 at 14:40
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    Essa fase dos pequeninos exige muito controle emocional das mamães rsrs! Eles merecem todo carinho do mundo, amo!!!

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  • 27 de setembro de 2016 at 1:51
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    Excelente abordagem! Meu menino já hoje crescido, com 13 anos de idade, felizmente não nos apresentou este problema! Mas por ter vários irmãos, sei como é cansativo para os pais, principalmente para a mãe, lidar com esta situação! Que bom teres apresentado estas sugestões, principalmente a de ouvir conselhos dos médicos, ao invés de se apressarem atrás de medicação! Meu filho teve, bem bebezinho, problema de cólicas. Eu saí às pressas, de bicicleta, onze horas da noite para a farmácia, afim de busca auxílio, pois não sabia o que estava acontecendo. Tive ótimo atendimento da farmacêutica que, acertou na causa da dor, e nos remedinhos para cólica, que resolveram quase instantaneamente! Fora isto, só alegrias, até hoje! Muito obrigado pelo excelente artigo!

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  • 10 de janeiro de 2017 at 1:01
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    Muito importante estas coisas! Nada como a alegria e a saúde dos nosso pequeninos..

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  • 14 de outubro de 2017 at 19:09
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    ao invés de se apressarem atrás de medicação! meu filho so dorme comigo perto

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