É comum acontecer a insônia do bebê entre o segundo e o terceiro mês, raramente depois dos seis meses. Geralmente a insônia do bebê é reveladora de doença, tensão ou conflitos familiares com a personalidade da mãe ou da pessoa que a substitui. Existem dois tipos de insônia:
- insônia grave, acompanhada de agitação, gritos, ou então apatia e depressão;
- insônia calma, em que o bebê permanece tranquilo por longas horas do dia ou da noite, com os olhos arregalados, contudo sem sofrimento.
As Causas da insônia do bebê podem ser:
- doença orgânica, febre, otite, infecção urinária, mau funcionamento do fígado ou outras doenças;
- distúrbio neurológico devido à gravidez ou parto difícil;
- erros na alimentação, excesso de açúcar ou farinha;
- quantidade de alimentos insuficiente;
- falta de disciplina nos horários das refeições;
- duração insuficiente de sucção;
- barulho, luz forte, falta de disciplina de horários;
- agitação, visitas, passeios constantes;
- tensão, ansiedade, insegurança;
- fome, frio, calor, manipulação inadequada.
Os pais de uma criança que dorme mal esperam do médico um remédio, e não conselhos, que são necessários e menos perigosos, mas que exigem dos pais compreensão e às vezes sacrifícios, o que eles nem sempre estão dispostos a dar. O sono induzido por medicamentos não tem o mesmo valor do sono natural.
Se houver a necessidade de usar um calmante, é preferível de início uma medicação antialérgica, que proporcione certa sonolência, e sem os inconvenientes de dependência. Mas jamais administre um medicamento antes de eliminar todas as possíveis causas da insônia que podem ser resolvidas sem o uso de medicamentos.
Se o bebê ainda está em regime de amamentação exclusiva, vale a pena tentar muito suco e polpa de maracujá na alimentação materna, pois sempre se passa um pouquinho para o leite.

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